terça-feira, 27 de setembro de 2011

Bancários entram em greve a partir desta terça-feira, diz confederação (Postado por Erick Oliveira)

Os bancários decidiram entrar em greve em todo o país a partir desta terça-feira (27), por tempo indeterminado. A decisão foi tomada após assembleias dos sindicatos da categoria realizadas em todo o país na noite desta segunda. A paralisação atingirá bancos públicos e privados.Em nota, a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), que coordena o Comando Nacional dos Bancários, disse que o objetivo do movimento é pressionar a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) a retomar as negociações e a melhorar a proposta de aumento real de salários da categoria, cuja data-base para renovação da convenção coletiva de trabalho é 1º de setembro.
Seguindo orientação do Comando Nacional, a categoria recusou a proposta de 8% de reajuste, feita pela Fenaban durante a quinta rodada de negociações, na última sexta-feira (23), em São Paulo. “Isso significa apenas 0,56% de aumento real, continuando distante da reivindicação de 12,8% de reajuste (5% de ganho real mais a inflação do período)”, diz Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional.
BalançoDe acordo com balanço parcial feito pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, 621 locais de trabalho , entre agências bancárias e centros administrativos, fecharam na manhã de hoje. "Estima-se que 19.300 trabalhadores participam das paralisações", disse o sindicato, por meio de nota.

ReivindicaçõesPara os trabalhadores, a proposta dos bancos não contém valorização do piso salarial, não amplia a participação nos lucros e não traz avanços em relação às reivindicações de emprego e melhoria das condições de trabalho. “Os bancários reivindicam fim da rotatividade, mais contratações, fim das metas abusivas, combate ao assédio moral, mais segurança, igualdade de oportunidades e inclusão bancária sem precarização, dentre outras reivindicações”, destaca a Contraf-CUT.
“Contamos com o apoio e a compreensão dos clientes e usuá
rios, que sofrem com as altas taxas de juros, as tarifas exorbitantes, as filas intermináveis pela falta de funcionários, a insegurança e a precarização do atendimento bancário“, diz Cordeiro. Na noite desta segunda-feira, houve assembleias nos Sindicatos dos Bancários de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Porto Alegre, Curitiba, Campo Grande, Mato Grosso, Paraíba, Alagoas, Ceará, Piauí, Espírito Santo, Campinas, Piracicaba, Juiz de Fora, Dourados e Vitória da Conquista, entre outros, conforme levantamento feito até as 20h30 pela Contraf-CUT.
Para a Fenaban, qualquer atitude que dificulte o atendimento de usuários é condenável, principalmente quando a negociação pode continuar e evitar qualquer paralisação. Aos clientes bancários, a entidade lembra que, mesmo numa greve, muitas agências funcionam normalmente e vários outros canais de atendimento (internet, telefone, terminais de autoatendimento e correspondentes) permitem a prestação de serviços.
FebrabanDiante da greve dos bancários em todo o país, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) orienta os clientes a recorrerem a canais alternativos como internet, telefone e terminais de autoatendimento.
A entidade orienta os bancos a buscarem todos os meios legais para garantir o atendimento da população. “Precisamos tentar garantir que a população não seja prejudicada” diz a federação, em nota. A entidade diz considerar o ato do sindicato da categoria precipitado.
ImpasseA Fenaban afirma que apresentou, na sexta-feira (23), proposta que prevê reajuste a todos os salários, pisos salariais, benefícios e Participação nos Lucros e Resultados (PLR) em 8% a partir de 1º de setembro de 2011. “Considerando o acordo de 2010 e a proposta de 2011, os pisos estão acrescidos de mais de 25% e os salários, em geral, em mais de 16% em apenas dois anos”, diz a entidade.
A Fenaban diz estar preparada para dar continuidade à negociação até que um acordo seja alcançado.

De acordo com o diretor de relações do trabalho da Febraban, Magnus Apostólico, os sindicatos marcaram a greve precipitadamente em meio às negociações. "Na última sexta-feira pedimos a eles que marcassem outra reunião e eles resolveram ir para a greve. A negociação está completamente aberta", afirmou. Apostólico acredita que a paralisação foi premeditada. "Parece que o objetivo é greve e não negociação. Nem contraproposta foi apresentada. Se eu me sento à mesa para negociar e do outro lado tem um paredão de tênis que tudo que eu mando ele diz não e também não propõe nada, não há como negociar", explicou.
De acordo com o presidente da Contraf-CUT, Carlos Cordeiro, o aumento real de 0,56% é insuficiente. Ele disse que o lucro dos seis maiores bancos do País subiu, em média, nos últimos dois anos, cerca de 20%. "E os bônus dos executivos de bancos na maioria deles é 400 vezes maior do que a participação nos lucros e resultados (PLR) básica de um bancário", protestou. Segundo Cordeiro, no ano passado, a categoria conseguiu 3,08% de aumento real, valor bem superior ao oferecido até agora para 2011. "Foram cinco rodadas de negociação e os bancos não avançaram em nada sua proposta", disse.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Operários voltam à obra do Maracanã após TRT-RJ declarar greve abusiva (Postado por Erick Oliveira)

Os operários que trabalham na reforma do Maracanã, na Zona Norte do Rio, retomaram as obras às 7h desta segunda-feira (19), segundo a assessoria do Consórcio Maracanã Rio 2014. Eles estavam em greve desde o dia 1° de setembro.
Na tarde desta segunda, uma comissão dos trabalhadores se reúne no Maracanã com representantes do Consórcio para discutir as reivindicações da categoria e conversar sobre a volta ao trabalho. Os operários reclamam da falta de médicos e da alimentação no turno da madrugada, e do não lançamento das horas extras no contra-cheque.
Na tarde da sexta-feira (16), o Tribunal Regional do Trabalho (TRT-RJ) considerou abusiva a greve dos operários. O presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Pesada Intermunicipal do Rio de Janeiro, Nilson Duarte, disse na sexta que a reunião desta segunda ficou acertada a convite de representantes do Ministério do Trabalho.
Decisão unânimeSegundo o TRT, a greve foi considerada abusiva por unanimidade por não atender requisitos da Lei nº 7.783/89, que regulamenta o exercício do direito de greve como: a não convocação de assembleia geral para que os trabalhadores pudessem deliberar sobre a paralisação  e a não comunicação da paralisação ao Consórcio Maracanã Rio 2014 com a antecedência de 48 horas.
Os magistrados consideraram ainda a existência de uma convenção coletiva em vigor, e a realização de um acordo coletivo firmado entre os trabalhadores e o consórcio, que foi homologado pela Justiça do Trabalho no mês de agosto. Além do mais, segundo os magistrados, as partes não esgotaram a negociação coletiva.
Na sexta, a procuradora Deborah da Silva Felix, do Ministério Público do Trabalho, que deu parecer favorável à declaração de abusividade da greve, informou que já existe uma investigação para avaliar o meio ambiente e condições de trabalho no canteiro de obras do Maracanã.
No dia 13, o Consórcio divulgou nota informando que as reivindicações feitas durante outra paralisação, no dia 21 de agosto, estão sendo cumpridas, incluindo plano de saúde e R$ 160 de vale alimentação.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Operários param obra no Mineirão em dia da visita de Dilma Rousseff (Postado por Erick Oliveira)

Operários da reforma do estádio Mineirão, em Belo Horizonte, fazem paralisação nesta sexta-feira (16). A suspensão do trabalho teve 100% de adesão, isto é, de 1.100 serventes e pedreiros, segundo o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção de BH e Região, Osmir Venuto. O movimento acontece no dia da visita da presidente da República à capital. De acordo com a assessoria de imprensa de Dilma Rousseff, a agenda em Belo Horizonte prêve passagem pela obras do Mineirão.Os trabalhores pedem aumento do piso salarial para R$ 1.050, reajuste no valor do auxílio-alimentação, plano de saúde ampliado para a família, além de melhores condições de saneamento na obra. A assesoria da Secretaria de Estado Extraordinária da Copa do Mundo diz que os trabalhadores realizam uma tentativa de paralisação, mas não quis comentar sobre o movimento. 

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Greve dos Correios não altera prazos de pagamentos, diz Febraban (Postado por Erick Oliveira)

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) informou nesta quarta-feira (14) que não haverá prorrogação de prazos de pagamentos de cobranças não recebidas em função da greve dos Correios, iniciada à 0h. As datas de vencimento, esclarece a Febraban, são determinadas pelas concessionárias de serviços públicos e empresas emissoras dos boletos.
Em comunicado, a entidade sugere que os clientes identifiquem os pagamentos recorrentes mensais, ou aqueles eventuais que poderão incidir no período da paralisação e, com essas informações, procurem as agências das concessionárias ou empresas emissoras dos boletos para solicitar a segunda via da cobrança.
"A Febraban observa ainda que o DDA – Débito Direto Autorizado, serviço bancário disponível desde 2009, elimina a necessidade do boleto impresso. Podem ser acessados eletronicamente pelos consumidores, sem o risco de extravio da correspondência e a alteração dos dados", diz a nota.
Os funcionários dos Correios de 24 estados entraram em greve por tempo indeterminado às 0h desta quarta, segundo o diretor da Federação dos Trabalhadores dos Correios, José Gonçalves de Almeida.
Segundo Almeida, os trabalhadores reivindicam aumento salarial de R$ 400, reajuste no vale-refeição, contratação de 21 mil trabalhadores em todo o país e pagamento de perdas salariais, dentre outras propostas.
Ainda não há nenhuma assembleia marcada entre sindicalistas e a diretoria dos Correios, de acordo com a entidade. Por meio de nota enviada nesta manhã, os Correios disseram que trabalham para garantir o atendimento à população.



sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Com greve do Serviço Funerário, enterros são feitos à noite em SP (Postado por Erick Oliveira)

Funcionários do Serviço Funerário de São Paulo continuavam em greve nesta sexta-feira (2), apesar de ordem contrária do Tribunal de Justiça. Nos cemitérios, enterros atrasados já são feitos até à noite, iluminados por faróis de carros. Com a paralisação, algumas famílias demoram até 30 horas para enterrar seus parentes.
Na noite desta quinta (1º), pelo menos quatro enterros foram realizados depois do anoitecer no Cemitério da Vila Formosa, na Zona Leste. Na capital, os enterros normalmente só são feitos até as 17h. Funcionários da limpeza, terceirizados, faziam às vezes de coveiros. Os familiares dos mortos eram convidados a colocar seus carros o mais próximo possível de onde ficariam as sepulturas para iluminar o local.
Ninguém da administração apresentou justificativas. Os funcionários da limpeza disseram apenas que os enterros à noite foram uma forma de contornar "a fila" para sepultamentos. Como alguns casos já se estendiam havia dois dias, existia o risco de deterioração dos cadáveres. Em várias outras regiões da cidade, o cenário de atrasos era idêntico. Em alguns cemitérios, funcionários terceirizados chegaram a cavar covas em série para "adiantar o serviço".
Sindicato mantém greve
O sindicato que representa os servidores municipais da capital paulista disse que vai recorrer da decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo que determinou a volta imediata dos funcionários do serviço funerário ao trabalho. Entretanto, nesta sexta-feira, a greve entrou no quarto dia – segundo o sindicato, 90% dos 1,3 mil trabalhadores da área permaneciam parados.
De acordo com a decisão provisória, caso o sindicato da categoria não encerre a paralisação, uma multa diária de R$ 60 mil será aplicada. De acordo com o sindicato, haverá uma reunião com o comando de greve às 15h desta sexta. Uma assembleia com os funcionários está marcada para segunda-feira (5).
O prefeito Gilberto Kassab disse que já foi concedido um aumento para os grevistas, e que eles serão punidos. A Prefeitura teve de contratar 15 carros de empresas particulares para auxiliar nos transportes de corpos e 262 guardas-civis metropolitanos foram deslocados para dirigir os carros do serviço funerário municipal enquanto os agentes funerários estão parados. Funcionários de outras áreas nos cemitérios também foram deslocados para fazer os enterros.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Operários fazem nova paralisação nas obras do Maracanã (Postado por Erick Oliveira)

Os operários que trabalham nas obras do Maracanã, na Zona Norte do Rio, fazem nova paralisação nesta quinta-feira (1°). Em agosto, dois mil funcionários pararam de trabalhar nas obras do estádio durante cinco dias.

Segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Pesada Intermunicipal do Rio de Janeiro (Sitraicp), Nilson Duarte, o grupo está insatisfeito com a falta de médicos e com a alimentação no turno da madrugada, além do não lançamento das horas extras no contra-cheque.
O G1 tentou entrar em contato com o Consórcio Maracanã Rio 2014, mas ainda não obteve retorno.

A paralisação começou com os operários do turno da madrugada, que na manhã desta quinta-feira (1º) permanecem na porta do estádio tentando convencer outros funcionários a cruzar os braços. De acordo com Duarte, 2.100 operários devem aderir à paralisação.

No dia 21 de agosto, ficou acordado com o Consórcio Maracanã Rio 2014 que os operários ganhariam plano de saúde, além de R$ 160 de vale alimentação. No entanto, segundo o Nilson, os operários não desejam esperar o prazo de 90 dias estabelecido no acordo com o consórcio para que as medidas sejam válidas.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

O que Publicam os Principais Jornais do País, nesta terça-feira (Sinopse Radiobras)


O Globo

Manchete: Na Câmara, Obama aprova o acordo com aliados divididos
Pacote que corta gastos e eleva dívida será votado hoje no Senado

Sem o apoio do seu partido, o presidente Barack Obama conseguiu aprovar, na Câmara dos Representantes, por 269 votos a favor e 161 contra, um pacote que eleva o teto da dívida em US$ 2,1 trilhões e corta gastos em US$ 2,4 trilhões pelos próximos anos. Apenas 95 democratas foram a favor. O pacote é fundamental para evitar que os Estados Unidos entrem em moratória a partir de amanhã, porque o Tesouro não teria autorização para se endividar além do limite de US$ 14,3 trilhões, embora precisasse pagar rendimentos de seus títulos e honrar benefícios sociais. O texto deve ser votado hoje no Senado, de maioria democrata, antes de ir à sanção presidencial. Aguardando a votação que só ocorreu à noite -, os mercados globais fecharam ontem em queda. O temor em relação à economia europeia também fez com que o euro recuasse 1,03% frente ao dólar. (Págs. 1, 17 a 19, Miriam Leitão e Arnaldo Jabor)


Paul Krugman

"O acordo, considerando dados disponíveis, é um desastre, não só para Obama e seu partido. Empurrará os EUA para um padrão República de Bananas." (Págs. 1 e 17)

Denúncia contra PMDB tem resposta diferente
Jucá pede desculpas à presidente Dilma por irmão ter dito que há corrupção em ministério

Diante das denúncias de que há corrupção no Ministério da Agricultura, comandado pelo PMDB, a presidente Dilma decidiu não agir de imediato, como ocorreu com o PR no Ministério dos Transportes. Mas o PMDB terá de provar que as acusações feitas pelo irmão do líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), são apenas briga interna. O partido vai levar o ministro Wagner Rossi, que nega irregularidades na Agricultura, para se explicar na Câmara. Jucá pediu desculpas a Dilma pelas denúncias do irmão, e ela aceitou. (Págs. 1, 3, 4, Merval Pereira e editorial "O porquê de não se fazer 'varredura geral'")
Jobim: ficar no governo é um prazer
O ministro Nelson Jobim, que revelara ter votado em Serra ano passado, disse ontem que "tem prazer" em ficar no governo e elogiou a presidente Dilma. Mas ela está irritada com Jobim. A permanência dele no governo depende de uma conversa entre os dois. (Págs. 1 e 5)

STF: músicos não precisam de registro
O Supremo Tribunal Federal dispensou os músicos do registro na Ordem dos Músicos do Brasil como pré-requisito para o exercício da profissão. Os ministros decidiram com base no direito constitucional da liberdade de expressão. (Págs. 1 e 9)
União quer que Delta devolva R$ 23 milhões
A Controladoria Geral da União recomendou à direção do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into) que exija da Delta, empreiteira contratada para construir a nova sede, a devolução de R$ 23,5 milhões pagos com sobrepreço e por serviços executados em duplicidade. (Págs. 1 e 16)

Síria mata 85 no Massacre do Ramadã
Diante dos olhos e da inoperância da comunidade internacional, o regime de Bashar al-Assad matou mais 85 civis no que já é conhecido como Massacre do Ramadã. A ONU tenta nova condenação, sem pedir sanções ou intervenção militar. O Brasil integrará missão ao país. (Págs. 1 e 24)
De olho no mercado verde, vinícolas brasileiras estão produzindo vinho com menos impacto ambiental (Págs. 1 e Razão Social)

Política antissuicídio
A Foxconn, empresa que produz iPhones e iPads na China, terá pelo menos um milhão de robôs nas linhas de produção nos próximos três anos. A gigante, que também já prometeu fazer iPads no Brasil, viu diversos trabalhadores se suicidarem nos últimos meses. (Págs. 1 e 23)

Salvo pelo Google
Juan Paredes, o juiz equatoriano que condenou em tempo recorde jornalista Emilio Palacio e donos do diário "El Universo" a três anos de prisão e multa de US$ 40 milhões sob acusação de caluniar o presidente Rafael Correa, copiou parte da sentença de sites da internet. Na Argentina, o também juiz Eugenio Zaffaroni, considerado um aliado importante da presidente Cristina Kirchner, é acusado de alugar apartamentos onde funcionam prostíbulos. (Págs. 1 e 25)
------------------------------------------------------------------------------------
Folha de S. Paulo

Manchete: Sob crítica, plano anticalote dos EUA passa na Câmara
Pacote fiscal, considerado tímido pela opinião pública, tem que ser votado hoje pelo Senado

A Câmara dos Deputados dos EUA aprovou a elevação do limite da dívida do país dos atuais US$ 14,3 trilhões para US$ 15,2 trilhões.

O aumento de US$ 900 bilhões, equivalente a quase metade do PIB brasileiro, foi aprovado por 269 votos a 161 e será submetido ao Senado, onde tem que ser discutido e aprovado ainda hoje. (Págs. 1 e Mundo Al2)

Clóvis Rossi
Slogan pode ser “no, you can’t” para Obama

Acuado entre alternativas de perder ou perder, presidente capitula, mas nem assim as nuvens da tormenta deixam o mundo respirar aliviado. Agora, o slogan de Obama de 2008 pode virar "no, you can't". (Págs. 1 e Mundo A13)

Benjamin Steinbruch

Ferozes cobradores de ontem ameaçam calote hoje. (Págs. 1 e Mercado B8)

Gustavo Patu

Brasil gasta mais que EUA para pagar jura da dívida. (Págs. 1 e Mundo A13)
Foto legenda: Sufoco
Imigrantes passam diante de caixões e corpos no porto de Lampedusa (Itália); 25 morreram em porão de navio vindo da Líbia. (Págs. 1 e Mundo A14)

Cuba promete facilitar viagens para o exterior
O ditador de Cuba, Raúl Castro, disse que "flexibilizará" as rígidas regras para viagens de cubanos ao exterior, sem detalhar, porém, a medida. Hoje é preciso permissão para deixar o país.

A promessa foi feita em assembleia do Partido Comunista, que aprovou mais de 300 pontos de reformas anunciados em abril - entre elas a ampliação da iniciativa privada. (Págs. 1 e Mundo A14)
Foto legenda: Corte militar
Na TV, o presidente da Venezuela. Hugo Chávez, exibe seu corte
"militar", que fez devido à queda de cabelo causada pela quimioterapia. (Págs. 1 e Mundo A15)

Após massacre, Brasil já admite tirar apoio à Síria
Após o massacre de 140 pessoas pelo governo sírio no domingo, o Brasil admitiu apoiar resolução do Conselho de Segurança da ONU contra o país se ela for consensual entre os membros permanentes. Para o Itamaraty, os atos deram um novo dado à situação. (Págs. 1 e Mundo A14)
Japonesa Kirin paga R$ 3,95 bi pela Schincariol
A empresa japonesa Kirin comprou, por R$ 3,95 bilhões, 50,45% das ações da Schincariol, dos irmãos Alexandre e Adriano Schincariol. Outra parte da família, dona do restante da cervejaria, quer anular a venda. O grupo faturou R$ 6 bilhões em 2010. (Págs. 1 e Mercado B4)
TAM usa piloto que não domina inglês em voos internacionais
A TAM descumpre normas de aviação internacional ao liberar para voos ao exterior pilotos com nível de inglês abaixo do exigido, informa Ricardo Gallo.

A empresa autoriza que eles operem o voo enquanto estiverem sobre território brasileiro, o que não é previsto na lei. A Anac diz não ver transgressão. (Págs. 1 e Cotidiano C1)
Editoriais
Leia "Sem contrapeso", sobre a relação entre o Executivo e o Congresso, e "O Brasil e a Síria", acerca da posição diante dos massacres no país. (Págs. 1 e Opinião A2)
------------------------------------------------------------------------------------
O Estado de S. Paulo

Manchete: Acordo nos EUA indica fragilidade e derruba bolsas
Mercado teme que o corte orçamentário previsto no acerto em Washington possa causar recessão

Os mercados concluíram que a economia dos EUA continua fraca, situação que tende a agravar-se com os cortes de despesas definidos na negociação política para elevar o teto da dívida do país. Resultado: as bolsas de valores abriram a semana com baixas em todo o mundo. Houve queda em São Paulo (0,49%), Nova York (0,09%), Frankfurt (2,86%) e Londres (0,70%). O acordo, que foi aprovado ontem na Câmara e seria votado hoje no Senado, prevê elevação do teto da dívida em US$ 2,4 trilhões (hoje são US$ 14,3 trilhões). Em troca, o governo Obama se compromete com reduções orçamentárias de até US$ 4 trilhões até 2022. O raciocínio dos investidores é que, com o corte, o governo americano tira dinheiro da economia. Além disso, há a possibilidade de rebaixamento do rating (nota de crédito) dos títulos dos EUA pelas agências de classificação de risco. (Págs. 1 e Economia B1, B3 e B4)


'Brasil está preparado'

O Brasil está preparado para um agravamento da situação econômica de países como os EUA, disse o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, destacando a reserva do País em moeda estrangeira. (Págs. 1 e Economia B4)


Artigos

Paul Krugman
Acordo é um desastre

A solução para a dívida americana será prejudicial para uma economia já fragilizada; quanto ao déficit a longo prazo, provavelmente vai piorar, não melhorar. (Págs. 1 e Economia B4)


José Paulo Kupfer
Um mundo sem 'AAA'

Um rebaixamento dos títulos do Tesouro dos EUA não significa reviravolta nas escolhas dos ativos mais seguros. Títulos "AA" podem ser os novos “AAA". (Págs. 1 e Economia B5)
Síria amplia repressão em mês sagrado
As forças do governo da Síria intensificaram a repressão à oposição no primeiro dia do Ramadã, o mês sagrado islâmico. Nos últimos dois dias, mais de cem pessoas foram mortas. Já os EUA ampliaram seus esforços para que o Conselho de Segurança da ONU aprove resolução condenando a violência do regime de Damasco. (Págs. 1 e Internacional A11)

Prefeitura de SP paga por exame não realizado
A Prefeitura de São Paulo paga à Fundação Instituto de Pesquisa e Diagnóstico, organização social ligada à Unifesp, por quantidades predeterminadas de exames, mesmo que eles não sejam realizados. O contrato está sendo auditado. (Págs. 1 e Vida A15)
Crianças e adolescentes fazem arrastões em SP (Págs. 1 e Cidades C3)

Corinthians se diz certo de que abrirá a Copa (Págs. 1 e Esportes E1)

Dora Kramer
Torcida contra

Acho que os oposicionistas torcem pelo pior, como defende o ex-presidente Lula, é supor que a inflação não doa no bolso de todos. (Págs. 1 e Nacional A6)

Notas e Informações
O acordo contra o calote

Acabou em poucas horas a comemoração do acordo para se evitar o calote do Tesouro dos EUA. (Págs. 1 e A3)
------------------------------------------------------------------------------------
Correio Braziliense

Manchete: Obama impede calote, mas recessão ameaça
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, obteve uma vitória parcial na tentativa de sanar a maior economia do mundo. Um acordo entre democratas e republicanos na Câmara dos Deputados elevou o limite da dívida pública em US$ 2,1 trilhões, de forma a permitir que o governo norte-americano tenha condições de honrar compromissos financeiros, como o pagamento de salário de servidores e de juros aos credores internacionais. A proposta aprovada na Câmara será votada hoje no Senado, com previsão de novas dificuldades para Obama, que enfrenta resistência até entre os colegas de partido. Além da batalha para evitar o calote, a Casa Branca tem outro grave problema: a iminente recessão. O pessimismo com uma desaceleração nos EUA se disseminou pelos mercados, que registraram uma queda generalizada nas bolsas. Em Minas, o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, disse que o Brasil está preparado para encarar a crise internacional. (Págs. 1, 10 e 11)
Fim do “eu não sabia”
Dilma exige que ministros prestem contas de todas as irregularidades cometidas ou denunciadas em suas pastas. (Págs. 1 e 2)
Esperança contra o descaso
Vyviane e Marcos ainda buscam razões para retomar a vida após a perda dos dois filhos num acidente, drama revelado pela repórter Lilian Tahan. Após sete meses de espera, um laudo que será divulgado hoje deve ajudar nas apurações sobre as causas do acidente, ocorrido em Goiás. O sofrimento do casal comoveu os leitores do Correio, que enviaram e-mails, cartas e fizeram comentários no site. (Págs. 1, 29 e Sr. Redator, 14)
Transporte: Ônibus caro pode custar empregos
Moradores do Entorno temem que o aumento das tarifas provoque a demissão de quem trabalha no DF. Os patrões chegam a gastar 61% a mais com o transporte deles. (Págs. 1 e 23)
Seca: 86 focos de incêndio num só dia
A Floresta Nacional e áreas próximas ao Aeroporto JK foram alguns dos locais atingidos ontem pelo fogo. A umidade relativa do ar caiu para 19%. (Págs. 1 e 24)
Chávez raspado
Venezuelano muda o visual

Em tratamento contra o câncer, ele garante estar eleito em 2012. (Págs. 1 e 17)
À prova de gripe
Anticorpo resiste a todos os vírus Cientistas anunciam a descoberta de célula que pode gerar vacina universal. (Págs. 1 e 19)
A batalha pelos votos do entorno
Partido de Agnelo Queiroz busca aliados para fazer frente à candidatura de Joaquim Roriz a prefeito de Luziânia. (Págs. 1 e 21)
Mais quatro áreas para os médicos
Conselho federal reconhece novas especialidades na saúde, entre elas as medicinas paliativa e tropical. (Págs. 1 e 9)
STF acaba com o registro de músicos
Supremo determina que o vínculo com a Ordem dos Músicos do Brasil não é mais obrigatório aos profissionais. (Págs. 1 e 25)
------------------------------------------------------------------------------------
Valor Econômico

Manchete: Plano Brasil Maior sai e desonera folha de salários
Alertada por líderes empresariais da necessidade de medidas de forte impacto na nova política industrial, a presidente Dilma decidiu, com seus ministros, garantir o corte de impostos sobre as folhas de salários em empresas que empregam muita mão de obra, como as dos setores de têxteis, calçados e móveis. Ela também anunciará hoje decreto para privilegiar fabricantes nacionais em compras de governo nos setores de Informática e Telecomunicações, Defesa e Saúde.

Ontem à noite, Dilma reuniu-se com ministros para definir os detalhes finais do "Plano Brasil Maior". A Polícia Federal será convocada a participar de um grupo formado pela Receita Federal e a Secretaria de Comércio Exterior, para combater fraudes nas importações. (Págs. 1 e A3)
Kirin compra a Schincariol por R$ 4 bi
A Kirin, tradicional fabricante japonesa de cerveja e refrigerantes, comprou 50,45% da Schincariol, segunda maior cervejaria do Brasil, por R$ 3,95 bilhões. Pela operação, fechada ontem, os japoneses compraram a parte do capital pertencente aos sócios Adriano Schincariol, presidente da companhia, e de seu irmão Alexandre Schincariol. O restante do capital (49,5%) continua sendo dos primos Gilberto e José Augusto Schincariol.

A Kirin, que faturou US$ 26,7 bilhões em 2010, interessou-se pelo negócio há quatro meses. Metade da dívida líquida da cervejaria brasileira, de R$ 1,1 bilhão, está sendo assumida pela Kirin. Adriano Schincariol deve permanecer no comanda por pelo menos um ano. (Págs. 1 e D3)
Acordo preserva os EUA de choque fiscal
O acordo para elevar o teto da dívida e reduzir o déficit orçamentário dos EUA poderia desacelerar ligeiramente o crescimento econômico do país no próximo ano, num momento em que a recuperação continua frágil. O acordo, porém, pode também elevar a confiança entre os investidores, empresas e consumidores porque elimina as incertezas e porque é um passo na direção de uma redução do déficit.

A primeira rodada de cortes de gastos será feita no ano fiscal 2012, que começa em outubro. Os gastos discricionários, que precisam de aprovação do Congresso, cairiam em US$ 25 bilhões, ou 2,1%, em relação ao valor projetado pelo CBO, órgão do Congresso que assessora os partidos em temas orçamentários. Os cortes reduziriam entre 0,1 e 0,2 ponto percentual a taxa de crescimento. O projeto de lei pede outros US $ 47 bilhões em cortes de gastos discricionários no ano fiscal de 2013, uma redução de 3,9% em relação à estimativa do CBO. (Págs. 1 e A9)

Produção industrial global perde fôlego

A produção industrial global está próxima da estagnação, confirmando que a desaceleração na economia mundial é forte e ampla. Cresce o sentimento no mercado de que o aperto fiscal nos EUA e na Europa vai travar a economia internacional por vários anos, afetando o comércio internacional, os mercados de ações, os preços de commodities industriais e mantendo as taxas de juros baixas por mais tempo do que se previa. (Págs. 1 e A8)
Foto legenda: Planejamento estratégico
O plano do grupo de publicidade Publicis para o Brasil está traçado. Maurice Lévy, CEO mundial, diz ao 'Valor': "Nossa ambição é nos tornarmos o primeiro ou segundo ator em dois ou três anos".(Págs. 1 e B6)
Asiáticos farão máquinas pesadas no país
Quatro gigantes asiáticos da indústria de máquinas pesadas de construção devem desembarcar no Brasil nos próximos dois anos e investir US$ 610 milhões na construção de fábricas no país. A necessidade de grandes investimentos em infraestrutura, mineração e habitação atraíram as sul-coreanas Hyundai e Doosan e as chinesas Sany e Xuzhou Group.

Todas já testaram o mercado com importações. As vendas de máquinas da Hyundai no Brasil, por exemplo, mais do que triplicaram em 2010 e o grupo anunciou plano de investir US$ 150 milhões em uma fábrica em Itatiaia. (Págs. 1 e B1)
Como educar o investidor?
No contexto atual de expansão econômica, renda e oferta de crédito maiores, a educação financeira se torna mais importante. O tema entrou na pauta do governo e começa a ganhar as salas de aula. Mas, alertam os especialistas, deve ser assunto também de família, para adultos e crianças. Ser um investidor bem informado e educar financeiramente os filhos são cruciais para o futuro de cada um - e do país. A ValorInveste circula hoje para assinantes e venda em bancas. (Págs. 1 e Revista)
ViaQuatro prevê receitas de R$ 540 mi por ano com metrô, diz Valença (Págs. 1 e B7)

Brasil começa a criar regulamentação para agências de rating (Pág. 1)

Países e empresas entram na era da ciberguerra (Págs. 1 e A12)

Energia sem termelétrica
A seca habitual de inverno este ano demorou mais a chegar nas áreas onde estão localizados os reservatórios de usinas hidrelétricas. Até o dia 31 de julho, não foi preciso acionar usina termelétrica. (Págs. 1 e A2)


Cautela argentina
Ao contrário do que afirmam funcionários do governo em Brasília, a Argentina vê com cautela a proposta brasileira de aumentar as tarifas de importação do Mercosul para proteger a indústria contra produtos chineses. (Págs. 1 e A3)
Campanhas salariais
Os reajustes salariais do segundo semestre não pressionarão a inflação. Esta é a avaliação da equipe econômica do governo, contestada por metalúrgicos, petroleiros e bancários, que começam a negociar aumentos nos salários. (Págs. 1 e A4)

Shopping com jardim
Redescoberto pelo mercado imobiliário, o paisagismo e começa a ser item obrigatório nos pianos de shoppings - inclusive aqueles direcionados à classe C. Nos últimos 12 meses, a Landscape dobrou o número de projetos para esses espaços. (Págs. 1 e B5)
Embaré no Sudeste
Depois de cinco décadas vendendo leite em pó sobretudo para a região Nordeste, a mineira Embaré estreou ontem um novo produto para tentar reforçar sua presença no Sudeste. (Págs. 1 e B12)

HSBC sai de crédito para veículos
O HSBC Brasil está saindo do ramo de financiamento de veículos para não clientes. O banco suspendeu a oferta de crédito em 300 concessionárias e revendas. A instituição estaria negociado a venda da carteira para o PanAmericano. (Págs. 1 e C1)

Parcerias da Cielo
A Cielo fechou parceria com a Credicard e já está aceitando em suas máquinas transações com o Diners Club International. O acordo também contempla a captura de operações com os cartões da Discover. (Págs. 1 e C7)
Ideias
Antonio Delfim Netto

O Tesouro dos Estados Unidos não enfrenta problema de solvência e muito menos de liquidez. (Págs. 1 e A2)
Ideias
Luiz Gonzaga Belluzzo

Graças a estratégias eficazes, os chineses não só crescem acima da média mundial com elevada taxa de investimento. (Págs. 1 e A11)
------------------------------------------------------------------------------------
Estado de Minas

Manchete: Dívida de Minas vira bomba-relógio
Se o governo federal não ceder e mantiver o indexador da dívida dos estados, Minas Gerais pode ter de pagar conta estratosférica a partir de 2028, comprometendo até 40% da sua receita líquida real. O saldo devedor, negociado em 1998, era de R$ 15 bilhões. Hoje, mesmo após o pagamento de R$ 17 bilhões, saltou para R$ 57 bilhões. O grande vilão do endividamento é a aplicação do IGP-DI (20% ao ano incluindo juros), que afeta também outros estados. Os secretários de Fazenda estão mobilizados para adoção da taxa Selic (9,5% ao ano), usada pelo governo federal. “Essa indexação transformou-se em monstro devorador dos recursos”, diz o secretário mineiro, Leonardo Colombini. (Págs. 1, 3 e Editorial, 10)
Obama junta os cacos após aprovar acordo
A Câmara dos EUA aprovou ontem o aumento do teto da dívida em US$ 2,1 trilhões. A expectativa agora é de que o Senado também aprove hoje, já que os democratas são maioria na Casa. O acordo causou alívio no país e no mundo porque evita calote. Mas tem alto preço para o presidente Barack Obama. Além do desgaste político e de ter ido a público pedir aos americanos para pressionar os congressistas por um consenso, ele terá de recuperar a economia, que patina desde a crise de 2008 e apresenta resultados cada vez mais desanimadores. Analistas avaliam que o calote foi substituído pela desaceleração da economia. (Págs. 1 e 12)
Apreensão faz bolsas fecharem no vermelho (Págs. 1 e 13)

BC não teme crise mundial
Alexandre Tombini, presidente do Banco Central, diz a empresários mineiros que Brasil está preparado para turbulência financeira. (Págs. 1 e 13)
Foto legenda: Novo visual
O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, apareceu ontem em ato público com o cabelo raspado. Ele brincou com os efeitos do tratamento da quimioterapia a que foi submetido após remoção de tumor. (Págs. 1 e 17)
Família de engenheiro morto no Peru suspeita de envenenamento
O corpo do mineiro Mário Augusto Soares Bittencourt foi encaminhado ontem ao IML de Belo Horizonte a pedido de parentes. A suspeita da família é de que ele e o geólogo Mário Gramani Guedes tenham sido envenenados. Certidão de óbito emitida pelo consulado em Lima aponta edemas pulmonar e cerebral como causas das mortes. (Págs. 1 e 19)
Fertilizante vira droga para jovens
Anvisa decide hoje se considera o estimulante mefedrona, conhecido como Miau-Miau, uma droga ilícita ou se apenas controla venda para a agricultura. Produto tem sido usado em baladas de clubes noturnos. (Págs. 1 e 21)
Entrega de água e gás vai encarecer
Lei que entra em vigor na quinta-feira obriga motos a ter reboque para carregar os produtos. Empresas dizem que isso deve provocar reajuste de 10% ao consumidor. (Págs. 1 e 14)
Justiça
Vereadores de fronteira vão continuar na cadeia. (Págs. 1 e 5)
Arte livre: Licença para músicos deixa de ser obrigatória (Págs. 1 e 8)

------------------------------------------------------------------------------------
Jornal do Commercio

Manchete: Cartão clonado à venda na internet
Homem detido no Recife revelou que enviou pela rede de computadores dados subtraídos de caixa eletrônico para falsificador em Sergipe. Cada cartão enviado ao Recife custava R$ 500. (Págs. 1 e Cidades 1)
Descartado surto de superbactéria (Págs. 1 e Cidades 2)

Planos de saúde ganham batalha contra médicos (Págs. 1 e Economia 2)

Muita demora no seguro-desemprego (Págs. 1 e Economia 3)

Abreu e Lima deve trocar local de feira livre caótica (Pág. 1)

Carteira da Ordem dos Músicos perde obrigatoriedade (Pág. 1)

------------------------------------------------------------------------------------
Zero Hora

Manchete: Triplica devolução de armas no Estado
Desde a ampliação do número de postos de coleta, gaúchos passaram a entregar cerca de 35 revólveres, espingardas e similares por dia nas polícias do RS. (Págs. 1 e 36)
Obama respira: Câmara aprova proposta para evitar calote
Hoje, Senado americano deve ratificar texto que eleva teto da dívida. (Págs. 1 e 24)



Sem cabelo: Hugo Chávez aparece com novo visual
Presidente da Venezuela faz tratamento contra câncer. (Págs. 1 e 25)

Educação: Novo Ensino Médio prevê mais horas letivas (Págs. 1 e 26)

------------------------------------------------------------------------------------
Brasil Econômico

Manchete: Câmara dos EUA aprova acordo para elevar teto da dívida
Liderados pelos republicanos, deputados dão sinal verde, por 269 votos a 161, para que o presidente Barack Obama aumente em US$ 2,1 trilhões o limite de endividamento do país. Em contrapartida, o governo terá de cortar US$ 2,4 trilhões em gastos nos próximos dez anos. Votação segue agora para o Senado. (Págs. 1 e 40)
Pressão de ambientalistas faz BID abrir investigação sobre obras do Rodoanel
Enquanto o caso está sendo analisado pelo banco, dinheiro do financiamento não é liberado. Governo paulista pretende publicar decreto que permite desapropriações na Serra da Cantareira nos próximos 15 dias. (Págs. 1 e 4)

Corretoras retomam conservadorismo na indicação de renda variável para aplicações em agosto
A carteira recomendada de 14 corretoras mostra tom mais defensivo devido ao cenário mundial ainda turbulento. Ações do setor elétrico ganham espaço e Cemig empata com Petrobras em número de indicações. (Págs. 1 e 34)
Ministros de Dilma se articulam de olho nas eleições municipais de 2012
O assunto é tratado com cautela dentro do governo, mas a presidente Dilma Rousseff já deixou claro para interlocutores que aqueles que deixarem o cargo não encontrarão as portas abertas em caso de derrota nas urnas. (Págs. 1 e 10)

Bancos preparam venda de títulos imobiliários em agências para emprestar mais
Grandes bancos preparam a distribuição de investimentos lastreados em crédito imobiliário na rede de agências — caso do Bradesco, Citi e Caixa, que buscam captar recursos para ampliar empréstimos. (Págs. 1 e 30)

Jac investe R$ 900 milhões em fábrica de carros no Brasil para atender à demanda local, da Argentina e do México, diz o presidente do grupo SHC, Sérgio Habib (Págs. 1 e 26)

Gigante japonesa Kirin paga R$ 3,95 bi pelo controle do grupo Schincariol e desembarca no mercado latino-americano de bebidas para fazer frente à Ambev e Heineken (Págs. 1 e 40